segunda-feira, 23 de maio de 2011

Amizade ou Amor !?



      Perguntei a um sábio a diferença que havia entre amor e amizade, ele me disse essa verdade:
     O amor é mais sensível, a amizade mais segura. O amor nos dá asas, a amizade o chão. No amor há mais carinho, na amizade, compreensão. O amor é plantado e com carinho cultivado, a amizade vem faceira, e com trocas de alegrias e tristezas, torna-se uma grande e querida companheira. Mas quando o amor é sincero ele vem com um grande amigo, e quando a amizade é concreta, 
ela é cheia de amor e carinho. Quando se tem um amigo ou 
uma grande paixão, ambos sentimentos coexistem dentro do seu coração.





A Origem do Dia das Mães!

         A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
         O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
        Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
        Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
        Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
        Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

No Brasil
       O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

terça-feira, 17 de maio de 2011

A vida como ela é !

         
          A vida não é como um placar. Não importa quantas pessoas te ligam e nem 
com quem você saiu, está saindo, ou se não sai com ninguém. Não importa quem 
você beijou, que esportes prática, ou que rapaz gosta de você. Não importam 
seus sapatos ou seu cabelo ou a cor da sua pele ou onde você mora ou onde 
estuda. Na verdade, não importam as suas notas, dinheiro, roupas, ou colegas 
que te aceitem ou não. Na vida não importa se você tem dúzias de amigos ou se 
está sozinha, e não importa o quanto é aceita ou não. Na vida nada disso 
importa. Mas na vida importa a quem você amou e a quem machucou. O 
importante é como você se sente a respeito de si mesma. É confiança, alegria 
e compaixão. Vida é evitar o ciúme, ultrapassar a ignorância, e construir a 
confiança. É o que você fala e o que quer dizer. É se aproximar das pessoas pelo 
que elas são e não pelo que tem. Mais do que tudo, é escolher usar a sua vida 
para tocar alguém de uma forma que nunca foi conseguida antes. São essas 
escolhas que definem a vida.